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Dúvidas que chegam antes da primeira conversa

Respostas curtas e artigos em linguagem simples. Nada aqui substitui a análise do seu caso, mas ajuda a chegar à conversa sabendo o que perguntar.

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Perguntas que chegam antes da primeira conversa

Preciso levar documentos na primeira conversa?

Não. Na primeira conversa você conta o que aconteceu, e a equipe diz quais documentos fazem diferença no seu caso e onde conseguir cada um. Se já tiver carteira de trabalho, holerites, mensagens ou a carta do INSS, melhor; se não tiver, não é motivo para adiar.

Dá para resolver tudo pelo WhatsApp, sem ir ao escritório?

Na maior parte dos casos, sim. A primeira conversa é pelo WhatsApp, e o atendimento pode ser presencial ou online. Documentos podem ser assinados de forma eletrônica. Quando algum ato precisar ser presencial, a equipe avisa antes.

Fui demitido há mais de um ano. Ainda dá tempo?

Em regra, a ação trabalhista pode ser proposta em até dois anos depois do fim do contrato, e cobra os últimos cinco anos. Então, na maior parte dos casos, ainda dá tempo. Mas o prazo é contado em dias, e vale confirmar o seu caso o quanto antes.

Trabalhei sem carteira assinada. Como vou provar?

Com o que mostra o dia a dia: mensagens com o chefe, comprovantes de pagamento, escalas, fotos com uniforme, colegas que viram. Não existe uma prova única obrigatória. A equipe ajuda a organizar o que você tem.

Quanto tempo leva um processo trabalhista?

Depende do caso, da empresa e da vara. Alguns terminam em acordo em poucos meses; outros levam mais de um ano. Não há como prometer prazo, e quem promete não está sendo sincero. O que a equipe faz é explicar cada etapa e avisar quando algo acontece.

O BPC/LOAS é aposentadoria?

Não. O BPC é um benefício da assistência social, pago a quem não tem como se sustentar: pessoa idosa a partir dos 65 anos e pessoa com deficiência, com renda familiar baixa. Não exige contribuição ao INSS, não paga 13º e não deixa pensão. Ele garante um salário mínimo por mês enquanto as condições se mantêm.

Meu filho tem autismo. Ele pode receber o BPC?

Pode ter direito. A lei considera a pessoa com TEA como pessoa com deficiência para todos os efeitos. O INSS avalia o impedimento no dia a dia e a renda da família. Laudos, relatórios de terapias e da escola fazem diferença na análise.

O INSS negou. Vale a pena tentar de novo?

Muitas vezes, sim. A carta do INSS diz o motivo da negativa, e é por ele que se escolhe o caminho: recurso no próprio INSS, novo pedido com documentos melhores ou ação na Justiça Federal. A equipe lê a carta com você antes de qualquer decisão.

A empresa vai saber que eu procurei um advogado?

Não. A conversa é sigilosa. A empresa só fica sabendo de alguma coisa se e quando você decidir agir, e no momento que você escolher.

Por que o formulário pergunta o nome da empresa?

Para conferir que o escritório não atendeu a outra parte do mesmo caso. É uma regra de ética da advocacia: o mesmo escritório não pode estar dos dois lados. A informação fica guardada só para essa conferência e, se for o caso, para o ajuizamento da ação trabalhista.

Vocês atendem fora de Ponta Grossa?

Sim. O escritório fica em Ponta Grossa e atende presencialmente com horário marcado, mas também atende online.

Conte o que aconteceu. A gente explica o que pode ser feito.

Sem compromisso. Você entende a sua situação e decide com calma.